Juliana Corso

JULIANA CORSO é formada em LETRAS pela UFG (1998) e iniciou a pós- graduação em LINGUAGEM AUDIOVISUAL pela ESTÁCIO DE SÁ (RJ). Como autônoma, de 2004 a 2005, dirigiu 5 vídeos institucionais, 4 curtas e 2 clipes. Em 2006 foi premiada como melhor editora pela ABD-GO (Associação Brasileira dos Documentaristas) pelo curta documentário CAPITAL XXI, que também dirigiu. Em 2006, juntou o grupo de artistas em audiovisual (imagem, som e designer) que ficou conhecida como ALCATÉIA STUDIO. Na coordenação de equipe, deste grupo, e também na edição, realizou 10 curtas, 1 média, 1 longa e 3 vídeos institucionais. A ALCATÉIA em seu primeiro ano de produção participou de 16 Festivais pelo Brasil recebeu 18 prêmios e teve uma participação especial no EMPÓRIO SEBRAE no IX FICA (Festival Internacional de Cinema Ambiental), sendo o estande mais visitado do empório. Devido a este feito, O SEBRAE convida a ALCATÉIA para participar da FEIRA DO EMPREENDEDOR em 2007, como representante do audiovisual em Goiânia. Em 2008, foi novamente premiada como melhor editora pela ABD-GO, pelo média documental O PESADELO É AZUL que participou também como roteirista, câmera e edição de som. No mesmo ano editou o longa ficção UM ASSALTO DE FÉ (DF) que foi lançado em 2011 em circuito nacional.

Em 2012, fez assistência de direção do longa documental A PEDRA DO MAL (DF), que aborda o universo da drogadição e o cotidiano de traficantes e usuários de crack em seu real cotidiano. Com o Curta CHARAKAPÁ: ARTE DO URUCUM (GO/2006) foi convidada a participar em 2006 da Mostra MIÉRCOLES em Madri, Espanha e na Mostra AMAZONIE FILM FESTIVAL (2014) em Marseille, França. Em 2016 recebeu 7 prêmios de melhor edição de som e imagem pelos curtas documentário A PRAÇA FALOU MAIS ALTO (GO) e a ficção NÓDOAS (GO). Em 2017 e 2018 foi Primeiro assistente de direção da série documental PELAS BEIRADAS (GO) e do longa ficção BORDERLINE (YELLOW SEPTEMBER – DF) de Cibele Amaral. Assinou a fotografia do curta documentário 137 de Fábio Meira, do curta documentário A PERGUNTA QUE MUDOU A HISTÓRIA DO BRASIL (GO) de Edson Luiz de Almeida e do curta animação RETURN de Daniela Toledo. Dirigiu o curta documentário MEMÓRIAS DE UMA BANDA CENTENÁRIA (GO) ao lado de Marcos Botelho. Em 2019 fez assistência de direção e a montagem do Curta Musical ASTIGMA, que foi lançado na mostra PSI nos cinemas Lumiére. Atualmente segue como autônoma na direção, fotografia e edição.

Festcine Goiania 2019 | Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia. Prefeitura de Goiânia.