Debates

Debates

Objetivo do festival este ano será discutir os processos de produção dos filmes goianos. E este debate acontecerá, dia 30 de setembro no encerramento do festival, com presença de cineastas brasileiro:


Germano Pereira

Conhecido nacionalmente como Adamo Mattoli, filho de Totó (Tony Ramos) na telenovela das oito da Rede Globo, Passione, de Silvio de Abreu (2010). Esta foi sua estreia na televisão, mas Germano, nascido em Joinville, Santa Catarina, tem uma longa trajetória como ator, escritor e agora diretor de cinema. Fez parte da companhia de Teatro Os Satyros por mais de 10 anos, onde trabalhou na área de atuação, produção, dramaturgia, direção e escreveu o livro que conta a história da companhia nos seus 20 anos, lançado pela Imprensa Oficial.
Formado na faculdade de filosofia pela USP, FFLCH. Estudou ainda dois anos de Letras e possui formação técnica em mecatrônica, além de direção cinematográfica na AIC (Academia Internacional de Cinema).

João Batista Andrade

O escritor, roteirista e cineasta João Batista de Andrade, ex-Secretário da Cultura do Estado de São Paulo, doutor em Comunicações pela Universidade de São Paulo, nasceu em Ituiutaba (MG), em 01/dezembro/1939. Mais conhecido como cineasta, iniciou sua carreira em 1963 como integrante do “Grupo Kuatro” de cinema, ainda estudante de engenharia na Universidade de São Paulo. Seu primeiro filme “solo” foi o documentário “Liberdade de Imprensa” (1967), produzido pelo movimento universitário e apreendido pelos militares no Congresso de Ibiuna\1968. Tem uma carreira premiada nacional e internacionalmente onde se alternam os documentários de curtas, médias ou longas-metragens e filmes de ficção de média e longa-metragem, num total de dezessete filmes LM com inúmeros prêmios acumulados no Brasil e no exterior.

Otto Guerra

Graduado em Multimídia Digital pela UNISUL, Otto Guerra é um dos pioneiros da animação autoral no Brasil, onde criou a quadragenária Otto Desenhos, que se tornou uma das produtoras de animação mais importantes do país. É o único diretor com quatro obras na lista dos 100 filmes mais importantes da animação brasileira definida pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE) no livro “100 anos do cinema de animação no Brasil”. Entre suas obras, sempre na contramão dos clássicos, estão os filmes “Rocky e Hudson: Os Caubóis Gays” (1994), selecionado para o Festival de Havana e Hiroshima; “Wood e Stock: Sexo, Orégano e Rocky’n’roll” (2006), melhor longa no Festival Animacor na Espanha e “Até que a Sbórnia nos Separe” (2014), selecionado para os festivais de Annecy e Ottawa. Seu último longa, “A Cidade dos Piratas” (2018), é baseado na obra da cartunista Laerte e será lançado em circuito comercial em 2019.